Em todos os momentos somos frutos de nossos pensamentos. Sê grato ao Universo e tenha seus pensamentos elevados ao bem maior. Abençoados todos àqueles que desfrutam de paz.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

I wish...
I wish I...
I wish I could...
I wish I could go...
I wish I could go away...

                                  But...

      Will you come?

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Racismo, preconceito ou desigualdade?

              Estranho pensar em como eu nunca havia imaginado sofrer bullying por ser "gordinha", preconceito por haver estudado em escolas públicas ou ainda ser vítima de preconceito por ser negra.
Apesar de eu mesma sentir dificuldade em classificar-me por cor, raça ou etnia, sinto-me antes de tudo: mulher, mãe, humana.
                Outro dia indo ao serviço, by bus, sentei-me ao lado de uma senhora de referida cor branca, meia idade, com seus óculos escuros estilo "vá à merda, pois eu sou mais do que você"; e então a ouvi dizer a uma conhecida em comum - Meu dia estava começando bem, agora não mais.
                Acreditando ser por conta do time da mulher, fiquei na minha e conversei com a colega homônima em comum entre nós. Depois de  uma manhã cansativa e com um caminho longo a percorrer; decidi me aproveitar do motorista coletivo e curtir aquela pestana. 
            Num dado momento, há uma curva - sim, sempre há aquela bendita curva!- e meu corpo desequilibra um pouco; em meu estado de letargia parcial, retorno a posição inicial e abro os olhos a tempo de ver a tal senhora levantando o braço em pânico e nojo pois eu havia roçado de leve em suas roupas.
                Oras... Este gesto me irritou profundamente. 
           Sou jovem, estudada, trabalhadora em busca de uma melhor colocação no mercado financeiro, contudo, isto não faz de mim uma pessoa leprosa, contagiosa ou color affecting*. 
               Ninguém padece de colorismo ou falta de. Eu amodoro minha cor e  a cor de minha família.
            Sou pretinha, meu marido é leitoso e minha filha café com leite. Meus pais também são assim e o nosso Brasil é formado por diferenças. Não incentivo, desaprovo ou provoco. Apenas reflito sobre como é ruim saber que somos classificados por cor, condição financeira ou qualquer outro motivo fútil. Uma amiga me disse certa vez que sou "aquela que ama demais e de forma desmedida, despretenciosa".
                Não entendo o porquê desta senhora ter agido e falado coisas estranhas. Pode parecer bobo, mas eu senti o que milhares de pessoas vivem em qualquer lugar do planeta.
              Sejamos deuses e não humanos. Vivamos com mais amor e menos receio das situações. Encaremos os problemas de frente e saibamos entender que:

As diferenças existem por razões óbvias e obscuras. Do contrário, não haveria escuridão e luz;
verde e maduro;
quente e frio;
novo e velho
ou
Claro e escuro.
Por isso, minha gente: Vamos seguir em rumo a multiplicidade.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Camila Letícia

"Olha a magnitude da vida,
seu sorriso de menina.
Esta vida me encanta
dos seus altos e baixos.
Birra, ri, chora e mAma."

terça-feira, 8 de março de 2011

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Enfim...

Quem sabe definir o sentimento que toma o ser humano em momentos alheios a sentimentos. Assim, se alguém quer dizer alguma coisa sem sensação alguma e diz; o receptor o entenderá desta maneira, entretanto, não foi exatamente o que o emissor pensava estar transmitindo.
Um fato alheio a muitas coisas pode mudar a vida de tanta gente. O simples bater de asas de uma borboleta pode causar um enorme tufão do outro lado do continente. Se isso não bastasse, esta curva na vida pode trazer benefícios para todos.
Aconteceu comigo de um dia ter encontrado uma amiga de anos e seu marido. Houve muitas coisas que há muito tempo fora decidido para este encontro. Devido a esta curva; paramos de nos falar por um tempo. Foi algo ruím, mas que nos mostrou onde devemos perserverar e saber se realmente há amizade.
Existem pessoas que vivem perto e perdemos o contato. São os amigos de faculdade, de colégio, de rua, do salão de beleza, do trabalho. Engraçado, pois muitas vezes vemos tais pessoas por tanto tempo que fica saturada a relação.
Igual casamento, vi em algum lugar, não me recordo 100%  o autor, acredito que foi Arnaldo Jabour ou alguém parecido (!); disse que casamento é igual jogar squash - aquele tipo de tênis de uma quadra com uma parede em que o par não pode deixar a bola cair. Tudo na vida  deve ser comparado ao jogo squash.
Gostaria de completar este pensamento com muitos outros exemplos, contudo, não quero alongar - me de maneira desmedida.
Apenas  peço a todos que prestem atenção em suas ações e emoções para não prejudicar a si nem a outrém. A curva do destino é implacável e sempre muda tudo ao nosso redor.
Acreditem mais, tenham fé, busquem o seu interior e apreciem a vida. O belo nem sempre está na estética e sim nos pequenos gestos.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Feliz Ano Novo!

A cada ano que se passa sempre temos listas e metas; promessas e vontades. Muitas vezes, porém, esquecemo-nos do principal alvo: o dever cumprido.
Sempre deixamos para depois o que queremos modificar, não entendemos o porquê de tais promessas. Reclamamos de tudo e de todos. Sejamos gratos sempre. 
Estamos vivos, respiramos, temos vestes e um lar. Temos os membros perfeitos e todos os dias somos abençoados com o dom da vida, da fé - ainda que não creiamos que a temos!
A capacidade de amar a si mesmo e a tratar os outros como queremos ser tratados. Há, ainda, o falso pudor e a velha hipocrisia da ignorância que na maioria dos acasos apaga a chama da fraternidade.
Desejo a todos, em pleno 2010, ano de Vênus - a deusa do amor - saúde, prosperidade, esperança, riqueza e amor!
                                                       Jai Ho! 
                                  Shallom! 
           Namaste!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Amor

 CONVERSA ENTRE AMIGOS

Três amigos conversavam sobre suas vidas e expectativas, quando receberam cada um uma pergunta voltada a sua personalidade e experiência pessoal.
  • O que seria da vida se não houvesse o amor?
  • Como suportar a dor do evoluir sem amor?
  • E por fim, qual o motivo de não amar os outros como a si mesmo?
"A vida sem o amor seria o mesmo que não ter o ar para respirar, os lábios para beijar e o toque para sentir o frescor da vida e o calor humano".
"Não haveria meios de suportar a dor, seria um martirio sem fim, uma lástima... A cada hora que padecemos, sentimos com todo o nosso corpo e nossa alma que o melhor logo surgirá ao enxergarmos a luz".
"Amar aos outros como a si próprio é algo extremamente fundamental, porém, distante o bastante da realidade".

"A vida sem amor é preta e branca, sem graça alguma quando não se pode fazer um contraste de cores".
"O amor alivia a dor quando se pode amenizar o sofrimento interior, do contrário, faz-se aumentar essa dor".
"Para amar, basta estar vivo, uma vez que amar é morrer para o mundo".

"Para mim, as três perguntas se encaixam adequadamente uma à outra. À dor sucumbe diante das espontaneidades e oportunidades ganhas da vida; e amar ao próximo remete ao amor que sentimos por nós mesmos. Se soubermos nos amar e respeitar como seres viventes dotados de harmonia, aí sim; saberemos qual a finalidade de amar a si e a outrém".